Fantasia ou Arquétipo?

batman1

Findo o Carnaval e as véspera da quarta-feira de cinzas revejo “The Dark Knight”, o último thriller do Homem-Morcego. Lembro bem do período da infância; ele era muito mais do que o herói corpulento que capturava loucos e incrédulos, mesmo que faltassem palavras para descrevê-lo. E era na fantasia de papel e pano que compunha o ideal de levar luz às trevas, mesmo que faltassem pensamentos para construí-lo. É interessante o poder do seu simbolismo. Da fraqueza surge a força. Da insanidade, a retidão. Do profano, a pureza. Sombrio, taciturno e legitimamente fora da lei, o semblante óbvio de Batman seria a depressão sobrepujada pelo orgulho, que ferido pelo tempo, deveria formar um ser maligno. Mas não, sua natureza busca a sabedoria no meio de uma multidão de vilões perdidos no ciclo da existência. E, apesar do desejo de vingança, sua certeza de servir ao bem é viceral. Neste sentido, o final do “Cavaleiro das Trevas” é maestro e vale a pena conferir em vídeo-texto (em inglês, sorry) para ressaltar o sentido. Enfim, fica apergunta: fantasia ou arquétipo? Entretanto, isso já não importa. No mundo digital, se tivesse um avatar, seria inspirado nele.

©Que todos os seres possam se inspirar e se beneficiar.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s