Pegadas ao Vento

Tagarelo digitos com veemência. Fofoco sozinho, conto anedotas, critico medidas, julgo sem saber. Estabeleço metas, faço contas, projeto o futuro, releio o passado. Mas ao sentir o presente como dádiva, paro de teclar. A gente demora um tempo a descobrir; não precisamos deixar marcas. Anos se foram na tentativa de construir idéias, de defender ideais. Tolamente, ao vento dizíamos; porque as palavras que jorraram, na cabeça já não cabiam. Ao mesmo tempo fui; faxineiro e escritor. E limpando a mente de conceitos, deixo agora a casa vazia, para receber apenas o amor.

©Sem a obrigação de estar, nem ser; caminho só pelas palavras, como quem escreve sem destino.

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