Claríssono!

Certa vez, olhando para a beleza de ensinamentos que falavam ao coração, acreditei ser possível reconhecer a sabedoria como se é possível perceber uma obra de arte sublime. Hoje, quando me pego distraído, sem notar as palavras que acreditei ver, percebo o quanto ainda preciso caminhar em sua nítida direção. Não pode haver ilusão, desalento ou desatenção, no percurso daquele que se propõe desvendar as fronteiras da mente. Não só a ilusão de acreditar estupidamente só no que se vê, de físico e concreto no mundo; mas aquela que crê piamente que é possível andar pela existência sem subjugo da mente. E neste, o território que se explora não tem como ser dominado, apenas reconhecido. Quase como um arqueólogo, devemos investigar os fósseis mentais com interesse e sentimento de descoberta, nunca como utensílios que compramos no supermercado e descartamos após algum uso. Pois a raíz do desleixo é olhar tudo com desdém, do sol à clave, negligenciando a riqueza valiosa que trazemos conosco em cada respiro proferido. E quando escrevo neste blog, utilizando parte do tempo que me resta de vida, não deixo de intuir a possibilidade de fazer você despertar do sono profundo. Assim, claríssono! Que estes escritos fiquem registrados como partituras públicas, como leis sonoras, harmoniosamente, no coração daqueles que estão comprometidos em ouvir a verdade.

©Que todos os seres possam se beneficiar.

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